Nosso Bolg do curso Melhor Gestão - Melhor Ensino relata uma coleção de depoimentos produzidos pelos integrantes do grupo de autores do blog e publicados no fórum de leitura e escrita do curso.
MARIANA BIZZARI
Olá pessoal. A minha primeira experiência com leitura foi na pré escola, hoje chamado de 1o ano. Naquela época, a professora sugeriu a leitura de um livro infantil chamado "Notícias da rua dos dentes de leite" da autora Anna Russelmann. Este foi o primeiro livro que ganhei dos meus pais. Era um livro bem curtinho e cheio dos ilustrações, que falava sobre a luta permanente dos dentes de leite contra as cáries e a importância da escovação. Apesar da simplicidade da leitura, foi este livro que me trouxe o gosto pela mesma. Depois dessa experiência não parei mais de ler.
Outro livro que me marcou bastante foi o Livro "O estudante" de Adelaide Carraro. Esta história que narra a vida de um adolescente que se envolve com drogas, é dividida em 3 volumes. Li os três volumes no ensino fundamental II e gostei bastante da leitura. Inclusive recomendo sempre essa leitura para meus alunos pois retrata a realidade, problemas, desafios e vícios que acompanham os adolescentes.
Depois dessas experiências, vieram os livros de literatura do ensino médio. Confesso que não consegui ler todos os livros indicados pela professora, mas consegui ler alguns, como Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, Memórias de um sargente de milícias de Manuel Antônio de Almeida, O cortiço de Aluisio de Azevedo, dentre outros.
Já na faculdade, a leitura tornou-se mais específica e técnica.
Atualmente, além dos livros citados no módulo 1, como os livros de Malba Tahan e os livros de Química (minha formação), tenho me dedicado a leitura de romances (adoro um bom romance), como os livros de Nicholas Sparks.
Quanto a escrita, lembro-me de uma experiência realizada no ensino fundamental. A escola naquela época, estava realizando um concurso de redações com o tema " Um mundo melhor". O aluno ganhador teria o privilégio de ver sua redação no jornal da escola e ainda ganharia um kit escolar. Para minha surpresa, minha redação foi premiada. Deste dia em diante peguei o gosto pela escrita e desde então nunca mais parei de escrever.
Enfim, desde pequena a leitura e a escrita sempre estiveram presentes no meu dia-a-dia. Adoro ler livros, revistas e jornais. Acredito que a leitura nos fornece subsídios para compreender o mundo em que vivemos, nos comunicarmos melhor, desenvolver nossa criatividade e ainda ter uma visão crítica do todo. A escrita registra e eterniza as nossas idéias.
Para encerrar segue uma frase que gosto bastante:
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates
MARIA APARECIDA JORGE SARILLHO
Bom minha experiência escolar com leitura, foi ao longo do ginásio e colégio, como eram chamados na minha época!! Todo mês, tínhamos que ler um livro, onde fazíamos a prova de literatura, dos clássicos como Dom Casmurro de Machado de Assis, Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antonio de Almeida, Capitães de Areia de Jorge Amado, O Xangô de Baker Street do Jô Soares, que adorei e Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, lí quando já estava na faculdade, sempre gostei de livros de ficção. Mas me lembro do falecimento de meu pai, onde fiquei muito abalada e tentei até deixar a faculdade, porque não tinha vontade mais de estudar, foi um livro chamado Nosso Lar, pissicografado por Chico Xavier, onde encontrei forças pra recomeçar, depois de uma perda tão grande. Ler nos transporta até para outros mundos e nos faz ver que viver vale muito a pena!!
MARIA APARECIDA PELLIZON
A minha experiência com a leitura começou quando eu era muito nova. Logo na infância, conheci as letras antes mesmo de ser efetivamente alfabetizada, através do contato com meus irmãos mais velhos e meus pais. Ao entrar no Grupo Escolar, onde atualmente se encontra uma Escola Estadual (EF I), a alfabetização foi feita, a princípio, pela associação de imagens, conteúdo não verbal, a vogais e formação de sílabas. Desse modo, a utilização da cartilha Caminho Suave abriu meu caminho para os primeiros passos com a criação de palavras e interpretação de texto. "Jeca Tatu", de Monteiro Lobato, "Saci Pererê", os contos folclóricos e lendas populares firmaram minhas primeiras lembranças em relação à cultura brasileira.
Já na fase do Ginásio, agora chamado Ensino Fundamental II, temáticas mais juvenis foram introduzidas ao meu cotidiano, como por exemplo, o livro "Meu pé de laranja lima", escrito por José Mauro de Vasconcellos. Além disso, o clássico atemporal "O pequeno príncipe", do francês Antoine de Saint-Exupéry, ampliou minha visão de mundo de uma maneira que, até hoje, fico profundamente emocionada com essa história. A frase "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" me traz uma nova percepção emocional da realidade a cada época diferente de minha vida.
Como já fora dito aqui por meus colegas, no Colegial – Ensino Médio – tomei conhecimento com obras fantásticas dos maiores autores brasileiros. Aluísio Azevedo, Machado de Assis, e os modernistas Jorge Amado e Graciliano Ramos, participaram ativamente para a edificação do meu repertório literário. Algumas obras poéticas como "Morte e vida Severina", de João Cabral de Melo Neto, "E agora, José?" de Carlos Drummond de Andrade, e as do português Fernando Pessoa e seus heterônimos também auxiliaram no meu saber em âmbito geral.
Na Universidade em que cursei a graduação de Matemática, as diretrizes das minhas leituras foram se sustentando de modo diferente. Os filósofos e os cientistas se tornaram mais influentes nos meus estudos. Nesse cenário, a pedagogia de Jean Piaget e a psicologia aplicada à educação de Freud foram essenciais para a minha didática profissional. As teorias da Física foram tão importantes quanto as próprias equações matemáticas, as quais o destaque vai para Albert Einstein e a sua "Teoria da Relatividade", Newton, Gauss e Descartes.
Atualmente, após a minha participação nos cursos à distância (EAD) "Grandes Temas da Atualidade" oferecidos pela SEESP, o meu interesse também se virou para outro tipo de leitura. Os problemas contemporâneos amplamente estudados como os terremotos, as doenças contagiosas, a fome e miséria no continente africano e ao redor do mundo, dentre muitos outros, trouxeram-me novas fronteiras de aprendizado. O trabalho junto com os meus alunos pelo uso de infográficos, estatísticas, médias, porcentagem e logaritmos, também se mostraram eficientes não só para o meu conhecimento, mas também para quem eu passo tais informações.
Apesar do meu foco de leitura ter mudado durante a minha vida, nunca perdi a prática de ler. Hoje, a correria do dia a dia vem se impondo, de certa forma, e a ditadura do tempo acaba deixando pouco espaço para retomar meu antigo hábito com os clássicos da literatura. Porém, mesmo com esse empecilho, acho que essa dinâmica auxiliou bastante na diversidade de conteúdo que apanho diariamente. Assim, leio desde bulas de remédio – como Danuza Leão – a revistas como "Galileu" e "Superinteressante". Passando também pelos artigos com temática médica e notícias diárias de portais eletrônicos, os quais me deixam informada sobre os principais assuntos do Brasil e do mundo.
MARIA GRACIA RUSSO ROMANO
Sempre gostei de ler, mas como já escrevi no fórum, meus pais não compravam livros e por isso lia o que aparecia: romances, religião, ficção , mistério; só não gosto de ler terror. Quando maior percebi que ler me dava novos conhecimentos de outros mundos, de imaginar como são alguns lugares, culturas, situações dos personagens, de sonhar, de se envolver com as histórias, enfim nos transporta para outros lugares. Tem uma frase que gosto de James Russel Lonnel:
"Livros são como abelha que levam o pólem das ideias de uma inteligência a outra''
MARCELINO JOSÉ MARIN
Perto de onde eu morava, em 1969, foi construída uma escola municipal em São Paulo, e como não posuía alunos suficientes para o preenchimento de vagas, aceitaram a minha matrícula com 6 anos de idade, onde aprendi a ler e escrever.
Nos quatro anos que fiquei nessa escola, desde o início, a matéria que mais me interessava era matemática e entorno dos 10 anos eu falei que ia ser engenheiro.
Alguns anos depois, com 19 anos, me formei em licenciatura curta com habilitação em matemática, e posteriormente, quando já era professor da rede estadual conclui o curso em matemática plena.
Com relação a engenharia, não desisti, e em 1985 conclui o curso de engenharia elétrica, onde trabalhei por 20 anos como perito judicial.
Bem vindo ao Matemática sem segredos! Este blog faz parte de um programa de formação a distância de educadores do estado de São Paulo chamado Melhor Gestão, Melhor ensino (MGME). Aqui você encontrará conteúdos, atividades, listas de exercícios, histórias, jogos, aplicativos e curiosidades que possam contribuir para com o processo ensino-aprendizagem da matemática. Obrigada pela visita e aproveite!
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